EDITORIAL
Resumo
A simulação clínica deixou de ser entendida como um suplemento pedagógico, um “luxo” no ensino, para se afirmar como um eixo estruturante da formação e do desenvolvimento profissional no setor da saúde. Não se trata apenas de manequins de alta-fidelidade, realidade virtual ou salas espelhadas.
DOI: http://dx.doi.org/10.60468/r.riase.2026.12(01).827.3-5
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